Abriram a “caixa-preta” do BNDES e adivinha quem estava lá? O tucano João Doria

Posted in Sem categoria with tags , , , , , on agosto 20, 2019 by gusbrum
Bolsonaro abriu a “caixa-preta” do BNDES atrás de petistas e adivinha quem estava lá? O tucano João Doria
A disputa na direita brasileira acaba de ganhar um novo capítulo. Ao abrir a “caixa-preta do BNDES”, o atual presidente da instituição, Gustavo Montezano, vazou a relação dos dez maiores negócios de compra e venda de jatinhos que contaram com financiamento do banco. Um dos princpipais compradores é ninguém menos do que o governador de São Paulo, João Doria, que foi aliado de Jair Bolsonaro em 2018 e agora vem tentando se distanciar do governo federal

19/08/2019 – Está aberta a guerra entre Jair Bolsonaro e João Doria pela condução da direita brasileira. Ao abrir o que considera ser a “caixa-preta do BNDES”, Bolsonaro decidiu disparar contra empresários que compraram jatinhos contando com financiamento subsidiado da instituição. Um dos principais compradores é ninguém menos do que o atual governador de São Paulo, João Doria, que pretende disputar a presidência da República em 2022, contra Bolsonaro, e que vem atraindo ex-aliados do PSL, como Alexandre Frota.

Confira a relação dos proprietários das dez aeronaves mais caras bancadas pelo BNDES, que foi divulgada pelo site Antagonista:

Doria Administração de Bens Ltda – R$ 44,03 milhões (2010)

JBS S/A – R$ 39,78 milhões (2009)

Neo Táxi Aéreo – R$ 44,97 milhões (2011)

Construtora Estrutural – R$ 64,01 milhões (2012)

Brasil Warrant Adm de Bens – R$ 75,46 milhões (2013)

Lojas Riachuelo – R$ 55,52 milhões (2013)

Sumatera Participações – R$ 65,96 milhões (2013)

Industrial e Comercial Brasileira – R$ 59,11 milhões (2013)

CB Air Taxi Aéreo – R$ 77,78 milhões (2013)

Eurofarma Laboratórios – R$ 43,99 milhões (2014)

FONTE: SGA NOTICIAS http://www.sganoticias.com.br/2019/08/bolsonaro-abriu-caixa-preta-do-bndes.html?spref=fb&m=1&fbclid=IwAR3Ca-EZ-_YZYmHtg1ycj4qEKf-QyNYLv7ZrDVZvUbhAZd5cCEHZHL8I3Po

Dallagnol lucrou com palestra para federação dos bancos, os mesmos bancos que foram poupados por ele de serem investigados

Posted in Sem categoria with tags , , on julho 22, 2019 by gusbrum

Força-tarefa da Lava Jato em Curitiba não aceitou delação de Palocci, que acusa vários bancos

Em 17 de outubro de 2018, Deltan Dallagnol deu uma palestra para a Federação Brasileira de Bancos, em São Paulo. O chefe da força-tarefa de procuradores da Operação Lava Jato em Curitiba foi a estrela no encerramento de um evento da Febraban sobre combate à lavagem de dinheiro. Dallagnol cobra por esse tipo de palestra. Havia motivo para o setor bancário patrociná-lo?O ex-petista Antonio Palocci, ministro da Fazenda no primeiro governo Lula, queria delatar bancos à força-tarefa chefiada por Dallagnol. Os procuradores não aceitaram o acordo. A delação seria fechada com a Polícia Federal (PF), tempos depois. Trechos dela foram noticiados nesta sexta-feira 19 de julho pelo Globo. Bradesco, Itaú, Safra e BTG foram acusados.

O primeiro sinal público de Palocci de que pretendia delatar bancos foi dado um ano e meio antes da palestra de Dallagnol para a Febraban. Foi em um depoimento em 20 de abril de 2017 ao então juiz Sérgio Moro.

Palocci disse que certa vez havia recebido “uma grande personalidade do meio financeiro”, alguém que dizia falar em nome de um banco e ser responsável por financiar campanhas. Topava contar depois a Moro o nome da pessoa e do banco, se o atual ministro da Justiça quisesse.

Especulações invadiram o noticiário. Palocci viraria delator? A Lava Jato chegaria ao sistema financeiro? Um subprocurador-geral comentou certa vez com CartaCapitalque era impossível ter havido estripulias com empreiteiras, Petrobras e políticos sem a participação de bancos. Estes inquietavam-se ante a possibilidade de ser acusados pelo ex-ministro da Fazenda.

Após o depoimento de Palocci a Moro, os advogados do ex-petista abriram negociações de uma delação com a força-tarefa chefiada por Dallagnol. Em 31 de maio de 2017, vieram a público alguns trechos do acordo pretendido, através do Valor. Esses trechos comprometiam o banco BTG Pactual, por exemplo.

Uma semana depois, em 7 de junho de 2017, o então presidente Michel Temer baixava uma medida provisória a autorizar bancos encrencados a fazer acordos de leniência com o Banco Central (BC), instituição conhecida pela boa vontade com o setor que deve fiscalizar.

O time de Dallagnol temia os efeitos de uma delação de Palocci no sistema bancário. Em 26 de junho de 2017, a Folha informava que a força-tarefa estava “apreensiva” e que estudava como preservar os bancos.

Naquele mesmo dia, Palocci foi condenado por Moro a 12 anos de cadeia. A delação que negociava com os procuradores nunca saiu. Um dos membros da força-tarefa, Carlos Fernando dos Santos Lima, diria no Globo de 30 de agosto de 2017 que a pretendida delação só tinha fofoca.

A negociação da delação foi retomada posteriormente pela Polícia Federal. Com quem enfim o ex-petista selou um acordo, em abril de 2018. Uma delação que agora começa a ser conhecida no capítulo “bancos”.

Dallagnol palestrou para federação dos bancos, poupados por ele

Avô e pai do procurador Dallagnol têm histórico de participação em conflitos de terra, desmatamento e loteamentos ilegais

Posted in Sem categoria with tags , , on julho 22, 2019 by gusbrum
Família Dallagnol: de latifúndios a indenizações milionárias do Incra

A história oficial do procurador Deltan Dallagnol destaca a participação dele e de seu pai, Agenor, na Igreja Batista. Procurador de Justiça aposentado do Paraná, Dallagnol pai é também o fio da meada de outro enredo da família: a participação em conflitos de terra, desmatamento, loteamentos ilegais e o pagamento de indenizações milionárias por desapropriações pelo Incra em dezembro de 2016, durante o governo de Michel Temer.No início dos anos 80 do século passado, Sabino Dallagnol, avô de Deltan, e os filhos adquiriram terras no município de Nova Bandeirantes, noroeste de Mato Grosso. Como muitos gaúchos e paranaenses, aproveitaram o apoio da ditadura para comprar a preços módicos grandes extensões de terras na Amazônia Legal.

Agenor e Vilse Salete Martinazzo Dallagnol, mãe do procurador, adquiriram terras, mas continuaram no Paraná. Outros irmãos de Agenor, como Xavier Leonidas e Leonar, conhecido pelos moradores de Nova Bandeirantes como Tenente, mudaram para o município, a 980 quilômetros de Cuiabá e a 2,5 mil quilômetros de Pato Branco, onde, em 1980, nasceu Deltan. Sabino tornou-se nome de rua na cidade – endereço de uma corretora de imóveis da família.

Formado em Direito, assim como o irmão Agenor e depois o sobrinho Deltan, Xavier tornou-se o advogado dos negócios da família em Mato Grosso. Ele tem um escritório em Cuiabá, do qual é sócia a filha, Ninagin Prestes, também advogada. E irmã de Belchior Prestes. Os filhos igualmente se tornaram donos de terras na região. E, da mesma forma, protagonizam a disputa a envolver o Incra. A gleba Japuranã, em Nova Bandeirantes, é uma das regiões onde os Dallagnol têm terras. A família e outros proprietários ofereceram uma parte da área ao Incra, para receber sem-terra em regime de comodato, em meados dos anos 1990. Desde então, o clã e outros proprietários brigam na Justiça por indenização.

A pendenga também emperra a situação de quem vive nos 67 mil hectares da gleba. Atualmente, 425 famílias ainda lutam pela regularização de seus terrenos, cerca de metade dos moradores do local. Em dezembro de 2016, no primeiro ano do governo Temer, Ninagin Dallagnol – a prima, filha de Xavier – recebeu 17 milhões de reais como indenização pela desapropriação de suas terras.

A indenização para Belchior, o irmão, foi de 9,5 milhões. A mãe dos filhos de Xavier, Maria das Graças Prestes, recebeu um valor mais modesto, 1,6 milhão. O próprio pai de Deltan, Agenor, foi indenizado na mesma liberação. Recebeu 8,8 milhões. No total, foram 36,9 milhões pagos à família.

Loteamento ilegal

Não é só na disputa com o Incra que os Dallagnol mostram a sua face de especuladores de terras. Xavier e o irmão Leonar, o Tenente, foram alvo de um inquérito em Nova Monte Verde, município próximo de Nova Bandeirantes, por loteamento ilegal de terras. Os dois foram beneficiados pela prescrição. Tenente chegou a receber o título de cidadão honorário de Nova Bandeirantes, oferecido pela Câmara Municipal diante de sua “bravura” e da condição de “ilustre colonizador” e “grande desbravador”. Tenente já foi acusado de invadir terras de outros proprietários no município, ao lado de personagens como Laerte de Tal, Pedro Doido e Nego Polaco.

 Os dois irmãos, Xavier e Tenente, foram flagrados por desmatamento irregular. Tenente assinou um termo de ajustamento de conduta com o Ministério Público Estadual de Mato Grosso por degradação do meio ambiente em 2010. Xavier e a mulher, Maria das Graças, foram autuados pelo Ibama por desmatamento ilegal, ambos em 2017.

Como advogados, Xavier e a filha Ninagin atuam na defesa de grandes proprietários rurais envolvidos em grilagem, desmatamento e até trabalho escravo. “De Olho nos Ruralistas” contará essas e outras histórias nos próximos dias, em uma série sobre a família – em suas conexões com os temas agrários. As reportagens serão divulgadas, em primeira mão, no site de CartaCapital.

Deltan Dallagnol não quis se manifestar sobre o assunto, segundo a assessoria de imprensa do Ministério Público Federal no Paraná. Xavier Dallagnol, principal pivô das disputas em Mato Grosso, foi procurado em seu escritório, mas não atendeu aos pedidos de esclarecimento até o fechamento desta matéria.

Família Dallagnol: de latifúndios a indenizações milionárias do Incra

Olha Curriculum Vitae do Jader Barbalho o Faraó MDBista da Amazonia

Posted in Sem categoria with tags , , , , , on julho 18, 2019 by gusbrum

 

BRASÍLIA – O paraense Jader Barbalho já foi do paraíso ao inferno no cenário político brasileiro: um dos homens mais poderosos da República, ministro duas vezes no governo José Sarney, envolveu-se em cabeludos escândalos de corrupção nos cargos públicos que ocupou, presidiu o Senado, foi algemado e preso. Acusado de desviar recursos da Sudam e do Banpará, protagonizou casos rumorosos como o do projeto do ranário fantasma da mulher com recursos públicos. Em certo momento alçou o posto de vilão número um do país. Passados dez anos como coadjuvante na política nacional, voltou nesta quarta-feira ao paraíso, no mesmo cenário do qual saiu pela porta dos fundos para não ser cassado em 2001.

Logo depois de tomar posse, Barbalho retornou pela primeira vez ao gabinete da liderança do PMDB no Senado para dar uma entrevista coletiva. Pouco antes da entrada dos jornalistas, fez um desabafo sobre sua trajetória política, numa referência aos episódios dos últimos 10 anos:

Volto ao Senado mais de 10 anos depois. Renunciei em 5 de outubro de 2001.

Jader fazia referência ao feroz embate político com o ex-senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) na disputa pela presidência do Senado. O confronto gerou uma guerra de dossiês, trazendo a público diversas denúncias que envolviam os dois principais políticos da base do governo Fernando Henrique Cardoso no Congresso.

Num dos embates mais duros no plenário, transmitido ao vivo pela TV Senado, ACM, então presidente do Senado, levou a pior. ACM presidia a sessão e Jader fazia discurso o atacando. Tentou interromper o discurso e Jader reagiu:

Não concedi aparte a Vossa Excelência. Fique calado! Ouça calado. Fique caladinho aí! bradou Jader.

Pego de surpresa, ACM só rebateu momentos depois lendo uma manchete do jornal “O Estado de S.Paulo”, que dizia: Pará agora só tem ladrão, louco e traidor.

E Vossa Excelência era o ladrão ! disse ACM.

As denúncias contra Jader continuaram mesmo depois que ele assumiu a presidência do Senado em 2001. Com isso, ele foi obrigado a renunciar para escapar de um processo de cassação do mandato.

Já sem mandato, em fevereiro de 2002, Jader foi preso pela Polícia Federal, em Belém, pelo envolvimento no escândalo da Sudam.

No país da corrupção nem os abatedouros estão imunes…

Posted in Sem categoria on julho 18, 2019 by gusbrum

CBDA é alvo de nova ação judicial por desvios de R$ 6,8 milhões

Posted in Sem categoria with tags , , , , , on julho 16, 2019 by gusbrum

Coaracy Nunes é acusado de corrupção (Foto: Satiro Sodré/CBDA)
Coaracy Nunes é acusado de corrupção (Foto: Satiro Sodré/CBDA)

Além dos pedidos de prisão preventiva de quatro membros da Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA) – incluindo o presidente Coaracy Nunes – a última quinta-feira também contou com mais uma ação (do Ministério Público Federal em São Paulo) de improbidade administrativa contra dirigentes da entidade por desvios de recursos entre 2010 e 2015, apurados pela Operação Águas Claras.

As fraudes envolvem a contratação superfaturada de uma empresa de turismo e a apropriação de quantias destinadas à atletas ou para a realização de competições e preparação de equipes para a Rio-2016. Os danos no cofres públicos ultrapassam R$ 6,9 milhões.

Responderão pelo processo: o presidente da CBDA, Coaracy Gentil Monteiro Nunes Filho; o diretor financeiro da entidade, Sérgio Ribeiro Lins de Alvarenga; os coordenadores técnicos de Natação, Ricardo de Moura, e de Polo Aquático, Ricardo Gomes Cabral. Também são réus a Agência Roxy de Turismo, que protagonizou parte das irregularidades, e seu representante, o empresário Michael Bruno Wernie; as empresas F2 Viagens e Turismo e Mundi Tour Viagens e Turismo, que simularam concorrer com a Roxy em licitações da Confederação, e seus administradores, Flávio Ribeiro Correa e Yvanete Penna Trindade Silva.

A grande parcela dos recursos desviados provinha de convênios do Ministério do Esporte com a CBDA. A Roxy recebeu pagamentos de R$ 3,7 milhões em, pelo menos, quatro deles. A investigação constatou superfaturamentos referentes a passagens, hospedagens e traslados de atletas e comissões técnicas. O valor total atualizado do sobrepreço pago à agência ultrapassa R$ 628,7 mil. Segundo investigadores, todas as cotações de preço foram forjadas, incluindo propostas falsas da F2 e da Mundi.

Testemunhas afirmaram que há uma relação próxima entre Coaracy e o dono da Roxy. Email interceptados, com autorização judicial, revelaram que integrantes da CBDA atuavam juntamente à empresa para montar os orçamentos.

Esta é a segunda ação cível contra membro diretivos da CBDA. Em setembro do ano passado, a MPF processou Nunes e Sérgio Alvarenga por desvios de R$ 1,5 milhão em licitações fraudulentas para compra de material esportivo. Em ambas as ações, a Procuradoria pede que os envolvidos sejam condenados ao ressarcimento dos danos e ao pagamento de multas, além de outras sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8429/92).

FONTE: https://ndmais.com.br/esportes/cbda-e-alvo-de-nova-acao-judicial-por-desvio-de-r-6-8-milhoes/

Justiça bloqueia bens de tenente-coronel acusado de desvios de mais de R$ 11.6 milhões

Posted in Sem categoria with tags , , on julho 16, 2019 by gusbrum

Por G1 — São Paulo


Justiça bloqueia bens do tenente coronel da PM acusado de desvio de dinheiro da corporação
SP2
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Justiça bloqueia bens do tenente coronel da PM acusado de desvio de dinheiro da corporação

Justiça bloqueia bens do tenente coronel da PM acusado de desvio de dinheiro da corporação

A Justiça bloqueou os bens do tenente-coronel da Polícia Militar, José Afonso Adriano Filho, acusado de desviar dinheiro do comando da corporação. O oficial está preso desde março e perdeu o cargo.

Segundo denúncia do Ministério Público, a Rogep, empresa de comércio de autopeças, foi contratada para fornecer peças para viaturas na época em que o tenente-coronel era responsável pelas compras e contratação de serviços para o comando da PM. A entrega dos bens licitados, entretanto, nunca ocorria.

A ação está suspensa por causa de um recurso da defesa argumentando que a fraude prescreveu. Apesar de suspender a ação, a Justiça manteve o bloqueio dos bens. Entre eles, uma casa em um condomínio em em Itu, no interior de São Paulo. São mais de R$ 5, 3 milhões que estão indisponíveis.

O tenente-coronel está preso desde março. Ele também foi denunciado por peculato acusado de usar empresas em nome de “laranjas” para desviar R$ 11.6 milhões entre 2006 e 2012.

Em depoimento à polícia, José Afonso Adriano Filho afirmou que fazia tal esquema para obter um custo mais baixo. “Eu pegava cheque da empresa, depositava na conta e tirava o dinheiro. Era isso que eu fazia. Comprava tudo material em dinheiro e material sem nota, para sair mais em conta.”

A defesa alega que o coronel cometeu só um crime militar e não pode ser processado por peculato, que é um crime com pena maior.

“Nós estamos a tratar de um crime propriamente militar, que é um crime de participação ilícita. Se ele se beneficiou disso não é peculato, é participação ilícita”, afirma o advogado de Adriano, Luiz Antônio Nunes Filho.

Além do coronel, outros 18 oficiais da PM são investigados. A reportagem do SP2 não conseguiu falar com representantes da empresa Rogep.

FONTE: https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/justica-bloqueia-bens-de-tenente-coronel-da-pm-suspeito-de-desvio-de-dinheiro.ghtml