Arquivo de maio, 2016

R$ 18 milhões em prejuízos aos cofres públicos por esquema de Anastacia (PSDB) em MG

Posted in Sem categoria on maio 30, 2016 by gusbrum

29/04 às 11h37 – Atualizada em 29/04 às 12h19

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A Controladoria-Geral de Minas aponta, em investigação, corrupção, desvios e mau uso de dinheiro público na construção de um centro internacional de meio ambiente no governo de Antonio Anastasia (PSDB), que hoje é senador e relator da comissão especial do impeachment de Dilma. As informações são da Folha de S. Paulo.

De acordo com a reportagem, a controladoria auditou amostra de R$ 37,7 milhões da obra, ou 16% dos R$ 230 milhões do total do projeto. Localizado na cidade de Frutal (MG), incluiu recursos estaduais, federais e do BNDES. Dessa parte, os auditores verificaram que os prejuízos aos cofres públicos chegaram a R$ 18 milhões, ou seja, 48% do que foi investigado.

Folha prossegue afirmando que as irregularidades encontradas foram pagamentos indevidos a empresas por serviços não prestados ou prestados em desacordo ao contratado, superfaturamento, não entrega de equipamentos, armazenagem e controle inadequado e restrição à competitividade de licitações. Ainda segundo a reportagem a auditoria concluída no ano passado corre em sigilo.

A Controladoria-Geral de Minas aponta, em investigação, corrupção, desvios e mau uso de dinheiro público na construção de um centro internacional de meio ambiente no governo de Antonio Anastasia
A Controladoria-Geral de Minas aponta, em investigação, corrupção, desvios e mau uso de dinheiro público na construção de um centro internacional de meio ambiente no governo de Antonio Anastasia

Ainda segundo a Folha, parte das irregularidades, segundo os relatórios da Controladoria, beneficiou a CWP (Construtora Waldemar Polizzi), que pertenceu a parentes de Anastasia até quatro meses antes de ele assumir o governo mineiro em 2010.

A CWP, segundo os auditores, foi a beneficiária de desvios de R$ 8,6 milhões e deixou de recolher aos cofres públicos uma taxa de fiscalização da licitação no valor de cerca de R$ 400 mil.

A assessoria do senador Antonio Anastasia disse, em nota, que ele “jamais teve participação na empresa Construtora Waldemar Polizzi ou em qualquer outra”.

“A empresa Construtora Waldemar Polizzi estava desativada havia vários anos. Em 2009 ela foi vendida. Interessava a quem a adquiriu os chamados ‘atestados técnicos’, cujo titular era Waldemar”, disse a nota.

FONTE: JORNAL DO BRASIL http://www.jb.com.br/pais/noticias/2016/04/29/auditoria-ve-obra-irregular-de-gestao-anastasia-em-minas-diz-jornal/

R$ 50 milhões de desvios em Três Corações, MG

Posted in Sem categoria on maio 24, 2016 by gusbrum

Do G1 Sul de Minas

A Polícia Federal indiciou 57 pessoas por envolvimento na “Operação Metástase 57”, que investigou um esquema desvio de recursos públicos existente na Prefeitura de Três Corações (MG) entre os anos de 2009 e 2012. Conforme a Polícia Federal, com base nos contratos analisados, pelo menos R$ 50 milhões foram desviados dos cofres públicos, mas este valor pode chegar ainda a R$ 100 milhões.

Entre os indiciados estão políticos, servidores públicos, empresários, comerciantes e profissionais. Eles são acusados de vários crimes como fraude em licitação, associação criminosa, falsidade ideológica, peculato, corrupção passiva e falso testemunho.

Ainda segundo a PF, a investigação apontou que uma organização criminosa, que tinha a característica de um grupo ordenado, articulado e estável, com divisão de tarefas, se infiltrou na administração de Três Corações entre 2009 e 2012 com o objetivo da manutenção de poder e de práticas ilícitas. A Polícia Federal diz ainda que o grupo lesava os cofres públicos em proveito próprio por meio de arranjos em procedimentos licitatórios. As irregularidades envolviam desde eventos públicos, como por exemplo a festa anual da cidade conhecida por “Três Corações Rodeio Show”, até a reforma da “Casa do Pelé”.

No dia 17 de dezembro de 2013, 37 pessoas foram presas durante cumprimento de mandados pela Polícia Federal. Entre os presos e conduzidos, estavam o ex-prefeito de Três Corações, Fausto Ximenes, 12 secretários do mandato anterior e o vice da administração passada. Na época, o ex-prefeito negou todas as acusações. Durante a operação, também foram cumpridos 20 mandados de condução coercitiva e 75 mandados de busca e apreensão em cidades como Três Corações, Varginha (MG), Campanha (MG), Três Pontas (MG), Lavras (MG), Belo Horizonte (MG), Ribeirão Preto (SP), Franca (SP) e Brasília (DF).

Segundo a Polícia Federal, o inquérito policial, com mais de 3 mil páginas, será encaminhado à Justiça Estadual de Três Corações (MG). O ex-prefeito Fausto Ximenes foi procurado por telefone e a mulher dele informou que ele não vai se pronunciar. Já o ex-vice prefeito Sérgio Auad não foi localizado.

Operação da Polícia Federal combate crimes eleitorais em Três Corações (Foto: Reprodução EPTV)Operação da Polícia Federal investigou desvio de recursos em Três Corações (Foto: Reprodução EPTV)

FONTE: http://www.brasil.voxquo.com/noticia-detalhe-media.asp?id=1396487&t=Desvio-de-recursos-passou-de-R$-50-milh%F5es-em-Tr%EAs-Cora%E7%F5es-diz-PF

 

prejuízo de quase 3 milhões aos cofres públicos em Corumba, MS

Posted in Sem categoria on maio 24, 2016 by gusbrum

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Nove detidos por determinação judicial foram levados para delegacias da Polícia Civil Campo Grande (Foto: Luciano Muta) Saiba Mais Advogado diz que Giroto está surpreso com prisões Tranquilo, Giroto está sozinho em cela do Garras Preso no Garras, Giroto pede liberdade à Justiça Justiça manda prender Giroto e João Amorim As investigações que culminaram na prisão de nove pessoas entre as quais o ex-secretário de Obras Edson Giroto e o empreiteiro João Amorim, dono da empreiteira Proteco, tratam de contratos que teriam causado prejuízo de R$ 2.962.136,00 aos cofres públicos, em razão do pagamento de obras não executadas em estradas estaduais. A informação é do Ministério Público Estadual (MPE) que foi quem instaurou o procedimento para investigar as suspeitas. Segundo texto da decisão judicial, a empresa, pelo contrato assinado com o governo do Estado,  tinha a obrigação de “recuperação da estrutura da faixa de rolamento da rodovia MS-228, com aplicação de revestimento primário e implantação de dispositivos de drenagens, numa extensão de 42 km – Local: Rodovia MS-228, entre Km 35,0 e Km 77,0, no município de Corumbá. Porém, Porém teria recebido por serviços que não executou. O juiz Carlos Alberto Garcete que determinou a prisão dos nove suspeitos, a pedido do MPE, disse que os documentos apontam para a existência de uma “organização criminosa com objetivo de auferir vantagens ilícitas em contratos administrativos de obras e serviços com o Estado de Mato Grosso do Sul, consistente em falsificações de medições e outras ações escusas que objetiva receber por serviços não realizados ou realizados de forma insuficiente.” Além de Giroto e Amorim, estão presos Átila Garcia Gomes Tiago de Souza, Elza Cristina Araújo dos Santos, João Alberto Krampe Amorim dos Santos, Maria Wilma Casanova Rosa, Maxwell Thomé Gomez, Rômulo Tadeu Menossi e Wilson Roberto Mariano de Oliveira. Todos estão em delegacias da Polícia Civil, em Campo Grande.

 
Leia mais em: http://www.diariodigital.com.br/geral/desvios-de-r-29-milhoes-motivaram-prisao-de-giroto-amorim-e/137387/

43,1 milhões em desvios no esquema de recuperação de asfalto no Mato Grosso do Sul

Posted in Sem categoria on maio 24, 2016 by gusbrum

Operação Lama Asfaltica

Graziela RezendeDo G1 MS

A segunda fase da operação Lama Asfáltica, deflagrada nesta terça-feira (10), bloqueou R$ 43,169 milhões pertencentes a 24 investigados pela Polícia Federal. Segundo o delegado da Receita Federal em Mato Grosso do Sul, Flávio de Barros Cunha, o montante estava em contas bancárias e aplicado em imóveis rurais e urbanos, aviões e veículos em nome dos suspeitos.

“Este valor foi bloqueado cautelarmente para um futuro ressarcimento da União. No caso de ocorrer uma condenação dos envolvidos”, esclareceu Cunha em entrevista coletiva no fim desta manhã, na Superintendência da PF em Campo Grande. As aeronaves pertencem aos empresários João Amorim e João Baird e também foram bloqueadas pela Agência Nacional da Aviação Civil (Anac).

Amorim e Baird também são investigados pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) na operação Coffee Break, que apura supostos crimes de corrupção passiva e ativa no processo que cassou o mandato do prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), em março de 2014.

Ação contra corrupção bloqueia R$ 43 milhões de 24 pessoas em MS  (Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)PF, CGU e Receita Federal comandam operação (Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)
Policiais federais saem do prédio de André Puccinelli (Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)Policiais federais saem do prédio de André
Puccinelli (Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)

Fazendas de Lama
segunda etapa da Lama Asfáltica, denominada Fazendas de Lama, prendeu 15 pessoas e cumpre 28 mandados de busca e apreensão em 6 cidades de 3 estados: Campo Grande e Rio Negro (MS), Curitiba e Maringá (PR) e Presidente Prudente (SP) e Tanabi (SP).

Os documentos apreendidos serão analisados pela PF, Receita Federal e Controladoria-Geral da União (CGU). Participam da ação 201 policiais federais, 28 da CGU e 44 da Receita Federal.

Segundo a PF, os alvos são investigados por suspeita de envolvimento em corrupção em obras públicas. Os contratos sob investigação envolvem mais de R$ 2 bilhões. Conforme a PF, as empresas investigadas fizeram licitações com a gestão anterior do governo de Mato Grosso do Sul, na época em que André Puccinelli era chefe do executivo.

Policiais federais no prédio onde mora o ex-governador de MS (Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)Policiais federais no prédio onde mora o
ex-governador de MS (Foto: Gabriela Pavão/ G1 MS)

ex-governador também é investigado e foi alvo de mandado de busca e apreensão no apartamento onde mora em Campo Grande. Ainda conforme Flávio de Barros Cunha, a atual gestão estadual não é alvo da investigação até o momento.

Além dos R$ 43 bilhões bloqueados, foram apreendidos U$ 10 mil e milhares de reais em espécie, mas o valor exato e o local onde estavam ainda não foram divulgados porque a PF aguarda o término da ação para contagem do dinheiro.

Veja lista de presos na 2ª fase da operação Lama Asfáltica
– Ex-deputado federal e ex-secretário de Obras de MS, Edson Giroto
– Ex-secretário-adjunto de Fazenda de MS, André Luiz Cance
– Ex-diretora-presidente da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul), Maria Vilma Casanova Rosa
– Raquel Rosana de Jesus (esposa de Giroto)
– Empresário João Alberto Amorim dos Santos
– Ana Paula Amorim Dolzan
– Ana Lúcia Amorim Dolzan
– Renata Amorim
– Elza Cristina (secretária de João Amorim)
– Wilson Roberto Mariano de Oliveira
– Mariane Mariano
– Ana Cristina Pereira da Silva
– Hélio Yudi
– Evaldo Furrer Matos
– Flávio Henrique Garcia

Corrupção
Os investigados teriam adquirido propriedades rurais com recursos públicos desviados de contratos de obras, de fraudes em licitações e ainda de recebimento de propinas, resultando também em crimes de lavagem de dinheiro.

As investigações sobre o suposto esquema de corrupção teve início em 2013. Na primeira fase da apuração, foi verificada a existência de um grupo que, por meio de empresas em nome próprio e de terceiros, superfaturaram obras contratadas com a administração pública, mediante corrupção de servidores públicos e fraudes a licitações, ocasionando desvios de recursos públicos.

Em análise a material apreendido na primeira fase da operação, a CGU e a Receita Federal verificaram indícios de lavagem de dinheiro, inclusive decorrentes de desvio de recursos públicos federais e provenientes de corrupção passiva, com a utilização de mecanismos para ocultação  de tais valores, como aquisição de bens em nome de terceiros e saques em espécie.

Segundo a polícia, o grupo investigado atua no ramo de pavimentação de rodovias, construções e prestação de serviços nas áreas de informática e gráfica.

Primeira fase
No último mês de fevereiro, o Ministério Público do Estado (MP-MS), denunciou 40 pessoas por envolvimento em corrupção em obras públicas de Mato Grosso do Sul. Esses denunciados tinham sido investigados pela PF. Na época, R$ 84 milhões em bens foram bloqueados.

A operação Lama Asfáltica foi deflagrada em 9 de julho, cumprindo 19 mandados de busca e apreensão em residências de investigados e em empresas que tinham contratos com o poder público. A PF e a Receita Federal também foram à Secretaria de Estado de Infraestrutura.

Na lista de obras investigadas na primeira fase estão o Aquário do Pantanal e as rodovias MS-171, MS-228 e MS-187. Todas foram executadas na administração de André Puccinelli (PMDB). Na época, a assessoria do ex-governador informou que “todas as contratações seguiram rigorosamente a legislação vigente e aplicável ao caso” e “os pagamentos efetuados foram feitos após verificação dos fiscais de cada uma das obras.

Fraudes na Hemobrás em Recife, PE

Posted in Sem categoria on maio 24, 2016 by gusbrum

Rômulo Maciel Filho e Mozart Sales são afastados da direção da estatal por investigação da Polícia Federal

A Polícia Federal está investigando operações financeiras suspeitas envolvendo a direção da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia (Hemobrás) e doações para campanhas políticas. O diretor-presidente da Hemobrás, Rômulo Maciel Filho; o diretor de Inovação Tecnológica da estatal, Mozart Sales; e o servidor Jorge Luiz Batista Cavalvanti foram afastados dos cargos por 90 dias pela Justiça, enquanto a PF segue com as investigações. Maços de dinheiro foram jogados de um prédio durante a operação.

Rômulo prestou depoimento nesta quarta-feira, 9 de dezembro, na sede da Polícia Federal – PF no Recife, após condução coercitiva. Maciel é proprietário de apartamento no residencial conhecido como Torres Gêmeas, no centro do Recife, onde a PF recolheu maços de dinheiro que foi arremessado pela janela no momento da Operação. O diretor de Produtos Estratégicos e Inovação da Hemobrás, Mozart Sales, chegou a assumir interinamente o Ministério da Saúde, em 2012, e é descrito no site da Hemobrás como criador do programa Mais Médicos. Dois sócios de uma empresa com atuação na Hemobrás foram presos na operação, segundo a Polícia Federal.

A operação investiga irregularidades em licitações e contratos de logística de plasma e hemoderivados, além de fraude na construção da fábrica de medicamentos da empresa em Goiana, a 60 quilômetros do Recife, que começou a ser erguida em 2010. Ligada ao Ministério da Saúde, a Hemobrás é responsável por pesquisas relacionadas ao sangue. A Polícia Federal afirma que, durante a operação, percebeu que diversas amostras de sangue coletado que deveria ser transformado em medicamentos contra a hemofilia e outras doenças eram armazenados de forma inadequada, o que os tornava inapropriados para a produção dos remédios.

Segundo a Polícia Federal, o dinheiro que “voou” de um prédio no Recife, quando policiais chegavam ao local, foi arremessado da janela de um apartamento de Romulo Maciel Filho. Um vídeo feito no local mostra maços de dinheiro jogados no chão do estacionamento do prédio e das ruas próximas. A assessoria da PF não soube dizer a quantia jogada pela janela.

Fonte: https://www.abrasco.org.br/site/2015/12/diretores-da-hemobras-afastados-por-suspeita-de-fraude-em-licitacoes-e-desvio-de-recurso-publico/

 

R$ 14 milhões em desvios em Pauiní, AM

Posted in Sem categoria on maio 24, 2016 by gusbrum

O secretário municipal de saúde e o ex-secretário municipal de finanças também foram presos durante a Operação Cartas Chilenas.

segunda-feira 9 de maio de 2016 – 10:47 AM

Alisson Castro / portal@d24am.com

As irregularidades causaram prejuízo de R$ 14 milhões aos cofres públicos. Foto: Acervo DA

Manaus – A prefeita de Pauiní, município distante 923 quilômetros de Manaus, Maria Barroso da Costa (PMDB) foi presa, nesta segunda-feira (9), pela Polícia Federal suspeita de desvios de recursos federais e fraude em licitação. As irregularidades causaram prejuízo de R$ 14 milhões aos cofres públicos. As informações são do chefe da Controladoria Geral da União (CGU) no Amazonas, Marcelo Borges de Sousa.

Além da prefeita também foram presos o secretário municipal de saúde, José Augusto Salvador e o atual vereador e ex-secretário municipal de finanças, Antônio Barreiros Venâncio (PR), o ‘Chiba’ (PR). De acordo com o chefe da CGU, o grupo teria desviado recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), do Sistema Único de Saúde (SUS), do Fundo Municipal de Saúde e do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei).

A investigação constatou que das 64 licitações analisadas, 44 foram fraudadas, de acordo com Souza. “Eles montavam processos licitatórios utilizando o nome até de pessoas já falecidas para compor a licitação. Já ouvimos pessoas que confirmaram que não participaram de nenhuma licitação. Processos licitatórios foram montados à revelia das empresas e contém diversas irregularidades”, afirmou.

O chefe da CGU afirmou que os desvios estavam afetando os serviços da administração municipal. “Os alunos de Pauiní estão sem merenda porque parte do dinheiro estava sendo desviado. Há também falta de medicamentos nos postos de saúde. Foi verificada a utilização de falsos médicos, estudante ainda cursando medicina na Bolívia sendo contratados de forma irregular para atender os moradores”, disse o chefe da CGU.  Segundo Souza, parte dos salários de médicos contratados de forma irregular eram revertidos para a prefeita e para o secretario de saúde do município.

Em Manaus, a PF cumpriu um mandato de busca e apreensão em uma residência para saber se a casa pertence à prefeita. “O que se busca é o contrato do aluguel e comprovante de pagamento que vincule esta residência à propriedade da prefeita”, afirmou Marcelo Borges de Souza.

De acordo com o chefe da CGU, as investigações começaram com uma auditoria feita pela controladoria nas contas do Fundeb. “Neste trabalho foram encontradas diversas irregularidades e nós entramos em contato com a Polícia Federal do Acre e eles já tinham um inquérito aberto. Nós fizemos uma parceria e compartilhamento judicial das investigações que culminou hoje com esta operação”, explicou.

Os participantes do esquema vão responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, organização criminosa, lavagem de dinheiro, peculato, crimes de responsabilidade, dispensa indevida de licitação, falsificação de documentos públicos e exercício ilegal da medicina.

Fonte: http://new.d24am.com/noticias/politica/prefeita-pauini-presa-suspeita-desvio-verbas-federais-fraude-licitacao/151505

 

R$ 900 milhões em esquema de fraudes em Cascavel, PR

Posted in Sem categoria on maio 24, 2016 by gusbrum

22 MAI2015

16h36

atualizado às 18h07

A Polícia Federal (PF) e a Procuradoria da Fazenda Nacional (PFN) desarticularam nesta sexta-feira (22), no Distrito Federal, um esquema de fraudes envolvendo a cobrança judicial de créditos públicos inscritos em dívida ativa.

Os envolvidos são acusados de lavagem de capitais, formação de quadrilha e falsidade ideológica. O golpe era comandado por gestores de um grupo empresarial que atua no ramo de transportes e turismo. De acordo com PF, por meio de empresas de fachada, os gestores do grupo empresarial movimentaram cerca de R$ 900 milhões que deveriam ter sido usados para quitar débitos fiscais e tributários.

A Procuradoria da Fazenda Nacional afastou da gestão do grupo empresarial os suspeitos de comandar o esquema. Para ocupar o lugar dos gestores foi nomeado, pela PFN, um auditor fiscal. A operação, denominada Patriota, envolve o cumprimento de 29 mandados judiciais, sendo 18 de busca e apreensão e 11 de condução coercitiva.

De acordo com PF, o nome da operação é uma referência a um hotel, de mesmo nome, que pertence ao grupo empresarial investigado.