R$ 18 milhões em prejuízos aos cofres públicos por esquema de Anastacia (PSDB) em MG

29/04 às 11h37 – Atualizada em 29/04 às 12h19

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A Controladoria-Geral de Minas aponta, em investigação, corrupção, desvios e mau uso de dinheiro público na construção de um centro internacional de meio ambiente no governo de Antonio Anastasia (PSDB), que hoje é senador e relator da comissão especial do impeachment de Dilma. As informações são da Folha de S. Paulo.

De acordo com a reportagem, a controladoria auditou amostra de R$ 37,7 milhões da obra, ou 16% dos R$ 230 milhões do total do projeto. Localizado na cidade de Frutal (MG), incluiu recursos estaduais, federais e do BNDES. Dessa parte, os auditores verificaram que os prejuízos aos cofres públicos chegaram a R$ 18 milhões, ou seja, 48% do que foi investigado.

Folha prossegue afirmando que as irregularidades encontradas foram pagamentos indevidos a empresas por serviços não prestados ou prestados em desacordo ao contratado, superfaturamento, não entrega de equipamentos, armazenagem e controle inadequado e restrição à competitividade de licitações. Ainda segundo a reportagem a auditoria concluída no ano passado corre em sigilo.

A Controladoria-Geral de Minas aponta, em investigação, corrupção, desvios e mau uso de dinheiro público na construção de um centro internacional de meio ambiente no governo de Antonio Anastasia
A Controladoria-Geral de Minas aponta, em investigação, corrupção, desvios e mau uso de dinheiro público na construção de um centro internacional de meio ambiente no governo de Antonio Anastasia

Ainda segundo a Folha, parte das irregularidades, segundo os relatórios da Controladoria, beneficiou a CWP (Construtora Waldemar Polizzi), que pertenceu a parentes de Anastasia até quatro meses antes de ele assumir o governo mineiro em 2010.

A CWP, segundo os auditores, foi a beneficiária de desvios de R$ 8,6 milhões e deixou de recolher aos cofres públicos uma taxa de fiscalização da licitação no valor de cerca de R$ 400 mil.

A assessoria do senador Antonio Anastasia disse, em nota, que ele “jamais teve participação na empresa Construtora Waldemar Polizzi ou em qualquer outra”.

“A empresa Construtora Waldemar Polizzi estava desativada havia vários anos. Em 2009 ela foi vendida. Interessava a quem a adquiriu os chamados ‘atestados técnicos’, cujo titular era Waldemar”, disse a nota.

FONTE: JORNAL DO BRASIL http://www.jb.com.br/pais/noticias/2016/04/29/auditoria-ve-obra-irregular-de-gestao-anastasia-em-minas-diz-jornal/

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